“Que eu não me perca, que eu não me fira, que não me firam, que eu não fira ninguém.”— Caio F. Abreu.
“Já sufoquei e fui sufocado. Já tentei prender alguém em mim e já me senti preso em alguém. Já gostei até doer e já fui muito gostado sem conseguir retribuir. Eu já chorei até amanhecer, já passei a noite toda gargalhando com alguém do lado. Já exigi perfeição mesmo eu sendo imperfeito. Já deixei de pedir o mínimo por achar que era amor. Deixei de tentar e também já tentei demais. Eu errei também, entende? E já erraram comigo. Eu tive medo de amar, amei sem medo e por medo eu me perdi de mim. Mas por medo do escuro e de estar sozinho, também achei meu caminho de volta. Tentei nadar sabendo que nunca aprendi, quase me afoguei, ninguém me salvou. Também voei longe sem quaisquer asas e quase fui imparável. Quase. E eu fui o quase de alguém e alguém foi meu quase também. Sei que já fiz doer com palavras e senti dor ao ouvir coisas que eu achei que jamais ouviria. E foi com todo esse turbilhão que passei a acreditar que nem sempre há vilões ou heróis. Pelo menos não com papéis pré existentes, imutáveis. Com toda certeza, sou herói da história de alguém. E com toda certeza, já fui vilão para outros também.”— Já fui herói, já fui vilão. Diego Castro.
“Que eu não me perca, que eu não me fira, que não me firam, que eu não fira ninguém.”— Caio F. Abreu.














